Segundo Estudo, o Estereótipos das meninas podem limitar escolha de profissional

Esta cena não é incomum nos lares brasileiros: enquanto meninos são estimulados a exercer a criatividade com brinquedos de construção e lógica. As meninas se veem limitadas a poucas possibilidades, ligadas ao cuidado e aos afazeres da casa.

Felizmente, pais e mães têm repensado essas limitações em prol de um desenvolvimento mais saudável para elas. Porém, o poder dos estereótipos não se limita à sala de casa.

Um estudo realizado pela Cadeira Regional Unesco Mulher, Ciência e Tecnologia na América Latina – FLACSO Argentina, junto à associação Chicos.net e com suporte da Disney América Latina mostra que os professores podem reforçar os estereótipos entre alunos e alunas.

A pesquisa aplicada em São Paulo, Cidade do México e Buenos Aires no fim de 2017 detectou que 80% dos profissionais da capital paulista não percebem diferença no desempenho em aula.

Entretanto, 1 a cada 3 entrevistados desse grupo acredita existir diferença entre os sexos para o aprendizado de algumas matérias – destacando que os meninos seriam melhores em matemática e informática (tecnologia), que integram as chamadas disciplinas “Stem” junto às ciências naturais e engenharia.

A pesquisa mostra que se não há incentivo para as meninas, o desempenho delas realmente começa a ficar defasado a partir dos 10 anos. A diferença no tratamento dado pelos professores decorre, possivelmente, da falta de investimento em educação e treinamento adequado.

Muitas vezes, eles sabem menos que os alunos no que diz respeito à tecnologia e ainda podem ter valores ultrapassados atribuídos a sexo e gênero.

E como os pais e mães poderiam contribuir para proporcionar mais liberdade a elas? Atitudes simples, como não diferenciar os irmãos e oferecer a possibilidade de escolha de brinquedos e atividades podem contribuir muito nesse sentido.

Além disso, filmes e livros com personagens femininos exercendo profissões da área Stem também podem ter papel importante pela representatividade que levam às páginas e telas, inspirando as meninas.

 

MAFonte: Noticias Dino

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