Lições maternas de igualdade e empreendedorismo

Uma bem-sucedida executiva de TI, desde cedo recebeu o incentivo da mãe,  para ser independente e lutar pelos seus objetivos com igualdade

“Minha mãe apesar ser dona de casa a vida inteira, fazia doces, compotas e panetones para buscar uma condição financeira melhor para nossa família. Ela sempre foi minha fonte de inspiração. Me apoiava para ter independência financeira e, apesar de defender a igualdade de gênero, dizia que nunca deveríamos esquecer que somos mulheres“.

Os conselhos e os aprendizados que teve com a mãe, ajudaram Sylvia a vencer os desafios para conquistar o mercado de tecnologia, um ambiente predominantemente masculino. A executiva é a única figura feminina no conselho das empresas parceiras, por anos consecutivos, foi agraciada, com os mais conceituados prêmios da fabricante.

Há anos se dedica a fortalecer a participação das mulheres no segmento de TI, tanto que na sua empresa 50% dos funcionários são mulheres, coisa atípica nessa área. Sempre que pode, Sylvia procura passar sua experiência profissional de sucesso e tudo que aprendeu ao participar de eventos de empreendedorismo feminino para outras empreendedoras como ela, independente da área de atuação, para que elas também possam se destacar em suas carreiras. Afinal, a executiva acredita naquela máxima de que “juntas somos mais fortes”.

Sylvia não perde a oportunidade de colocar em prática aquele ensinamento de “nunca esquecer que é mulher”, e mesmo com todo o sucesso profissional, se dedica com amor ao papel de ser mãe. Passou para a única filha, Louise Ramas, de 17 anos, todos os ensinamentos que aprendeu com a mãe e mais toda sua experiência de vida e profissional.

A executiva se tornou referência para a filha, que está no primeiro ano da faculdade de Marketing, e o trabalho da mãe é motivo de orgulho para Louise, aproximando e fortalecendo ainda mais os laços de carinho e amizade entre elas.

“Ela me ensinou que nosso valor não é medido pelo gênero ou pela idade (já que aos 22 anos ela era gerente de banco) e, sim, medido pelo nosso esforço e nossa paixão pelo que fazemos. Ela me mostrou que mulher não é o sexo frágil, que a gente não pode parar por causa de uma dorzinha, nem por um problema aqui. Ela me mostrou o quão importante é termos sonhos, ou melhor, planos. E, apesar das nossas desavenças, ela é meu porto seguro. É com quem eu tenho a liberdade para dizer, fazer e ser quem e o que eu quiser. Ela me abraça apertado, mas também dá sermão quando precisa, e eu admiro isso nela, pois nunca “passou a mão na minha cabeça”, me ensinou que minha liberdade acaba quando começa a do próximo”.

MAFonte: Noticias Dino

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