Investimentos na rede ambulatorial podem ser alternativa para internação de dependentes químicos

Segundo a ANS mais de R$ 33 milhões em gastos com usuários em São Paulo, usuários foram internados à força somente em 2016, a Secretaria de Estado de Saúde recebeu 1.096 ordens judiciais para a providência de leitos hospitalares destinados a pessoas com transtornos mentais e dependentes químicos, a conta final é um gasto de R$ 33.799.669,63.

Para a defensoria pública, tamanho investimento traria mais benefícios caso fosse utilizado no fortalecimento das estruturas ambulatoriais, como as unidades básicas de saúde e os Centro de Atenção Psicossocial (Caps), que ainda são insuficientes para a demanda. “Isso é grave porque a maioria das internações não dá resultados. Investir na rede ambulatorial evitaria que chegássemos ao extremo de ter que internar pessoas”, explica.

Pensando nisso, a Defensoria de órfãos, Sucessões e Proteção à Pessoa com Transtorno Mental criou um programa piloto para o rastreamento das internações.

Pesquisa demonstra que internações não conseguem afastar usuários das drogas por muito tempo sem uma internação ou uma terapia alternativa. Quais métodos são usados para as livrar um dependente químico dessa terrível doença?

Ao longo de três meses, observou-se o índice de recaída entre 88 adolescentes após receberem alta e monitorou um outro contingente, de 293 jovens e adultos, para determinar quantos precisaram de repetidas internações para combater a droga ao longo de três anos. As conclusões causaram surpresa:

– 86,4% dos adolescentes voltaram a usar crack em até três meses

– Cerca de 50% recaíram até 10 dias após a alta, 34% precisaram ser reinternados na rede pública, e 36% se envolveram em algum tipo de crime em três meses

– O tempo médio de abstinência dos adolescentes foi de 27 dias

– Entre o grupo de adultos, 43,4% tiveram de se reinternar até cinco vezes ao longo de três anos

Conheçamos os efeitos dela em nosso metabolismo:

Se as pessoas têm problemas relacionados a drogas com seus filhos ou outro familiar próximo e estão preocupadas, há na clínica de recuperação chances de vitória e reabilitação.

Há dois tipos de drogas, as lícitas e as ilícitas. A primeira são aquelas liberadas para o uso, tipo o tabaco e o álcool, a segunda são as que são proibidas por lei, mas por meio do contrabando ilegal as pessoas acabam tendo acesso.

Entenda como elas são identificadas e o tratamento na Clínica de Recuperação Grupo Internação

As drogas tendem a permanecer por certo período de tempo em nosso organismo enquanto não sejam totalmente metabolizadas e expelidas. E isso irá ocorrer para qualquer tipo de droga que for utilizada, desde uma bebida alcoólica até a uma metanfetamina.

No processo metabólico das drogas que ocorre em nosso organismo, elas tendem a aumentam a produção de certos agentes químicos, os quais irão ser liberados no organismo com alguns dias, a partir do suor, urina, etc. Os testes feitos têm como objetivo procurar estes reagentes químicos como rastros dos medicamentos ou indicação de consumo de drogas que foi feito uso.

Esses testes geralmente são solicitados tanto na admissão para uma internação numa clínica de recuperação, como em atletas, admissão em algumas empresas, etc. Podendo ser avaliado o tipo de droga que foi utilizado e o tempo a qual foi consumida.

É bastante comum que se vejam as análises de sangue e de urina para a detecção rastros de diversos tipos de drogas e medicamentos. Os testes com as amostras sanguíneas têm capacidade de identificação destes produtos no metabolismo mesmo que ele tenha sido ingerido há horas.

Como eles agem em nosso organismo?

O fígado é o órgão responsável pela síntese de muitos processos metabólicos em nosso organismo, inclusive nas drogas, porque ele contém enzimas importantes para facilitar o processo de metabolização dos produtos químicos. Por este motivo ele é o órgão alvo nas patologias advindas do uso de drogas.

Quando a metabolização ocorre à tendência das moléculas da droga é polarizar. As moléculas que não se diluem em água, acabam se tornando negativas e são ionizadas, dessa forma elas não afetam o fígado.

Mas, quando essas substâncias foram diluídas em água, elas são sintetizadas e voltam para a corrente sanguínea, indo em caminho aos rins, que possui a função de filtrar o sangue e jogar o que não presta na urina, e é por isso que é possível descobrir, por exames de urina e sangue, se uma pessoa usou drogas.

Quais os tipos de drogas e o tempo que elas ficam em nosso organismo?

O Álcool tende a ser identificado entre 3 a 5 dias pela urina, 10 a 12 horas na corrente sanguínea e até 90 dias pelo cabelo. As Anfetaminas ficam na urina entre 1 a 3 dias, estão presentes no sangue cerca de 12 horas, e no Cabelo em até 90 dias. A Maconha, a que mais tem demora a ser expelida, fica identificável pela urina de 7 a 30 dias, no Sangue Cerca de duas semanas e no cabelo por até 90 dias.

A Cocaína poderá ser identificada pela urina se feita até 3 a 4 dias, no sangue de 1 a 2 dias e no cabelo por até 90 dias. A Heroína pela Urina é identificada até o 3º ao 4º dias de consumo, no sangue Até 12 horas e no cabelo por Até 90 dias.

O Crack é uma droga ilícita, ou seja, uma substância psicoativa de ação estimulante do sistema nervoso central. O crack é um subproduto da pasta da cocaína, droga extraída por meio de processos químicos, das folhas da coca (Erythroxylum coca), uma planta originária da América do Sul.

O Ecstasy poderá ter substâncias avaliadas na urina por até 3 a 4 dias, no sangue por 1 a 2 dias e no Cabelo em até 90 dias. Por fim, a Morfina que pode ser identificada na Urina por 2 a 3 dias, no Sangue: 6 a 8 horas e no Cabelo por até 90 dias.

Se a pessoas tem problemas relacionados a drogas com seu filho ou outro familiar próximo e está preocupado, há na clínica de recuperação chances para que ele possa se recuperar. Com o aconselhamento, poderá ser feito o internamento de forma voluntária e também involuntária na Clínica de Recuperação Grupo Internação.

Ou então, se ele não está ciente dos riscos que ele provoca a si mesmo, com a lei 10.216/01 um responsável legal haverá a possibilidade de fazer a internação involuntária. Podendo ajudar ele a superar seus vícios com o tratamento de dependência química e alcoolismo e ao mesmo instante demonstrar uma forma de amor lá na frente.

MAFonte: Noticias Dino

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