Gestão Interina: empresas investem em novo tipo de prestação de serviço executivo

A prática da Gestão Interina (Interim Management – termo em inglês) é muito comum no exterior. No Brasil, esta nova forma de trabalho tem conquistado aos poucos novos adeptos. Mas, afinal, o que este termo significa?

Basicamente, é um modelo de prestação de serviços onde o gestor (a) interino (a) assume a gestão temporária de um ou de mais departamentos.

Com liberdade para promover mudanças, o executivo interino ou interim manager se torna responsável por implantar novas metodologias de trabalho, revisar processos, treinar colaboradores e mapear possíveis sucessores para cargos importantes dentro da empresa. Esse trabalho é realizado por um período definido, até que os objetivos corporativos sejam cumpridos ou que seja assegurada a estabilidade da organização.

A gestão interina tem um ciclo de vida: entrada; diagnóstico; proposta; implementação (desenvolvimento); e saída. Um gestor interino pode ser contratado para liderar e executar um projeto especial com prazo definido para término; Substituir altos executivos que estejam ausentes por motivos de afastamento ou licença médica; Pode oferecer conhecimentos técnicos precisos para orientar equipes, organizar a gestão interna, auxiliar no processo de fusões e aquisições, promover mudanças
organizacionais em departamentos e outras atividades e ainda oferecer mais agilidade na realização de processos internos e, por consequência, nos negócios.

Quem pode se beneficiar com a Gestão interina

O modelo de Gestão Interina é ideal para empresas que planejam expandir os negócios, conquistar novos mercados ou até desenvolver projetos pontuais. Nesses casos especiais, a organização pode lançar mão de um gestor interino, um profissional com ampla experiência para liderar esses tipos de atividades.

Com experiência comprovada e conhecimento técnico, o gestor interino não precisa de treinamento da empresa. Como é um profissional que não possui vínculos com as gestões anteriores, é capaz de observar detalhes importantes do meio organizacional e resolver problemas de forma mais objetiva.

Sem vínculo empregatício, o gestor interino consegue uma integração maior com os colaboradores da área onde atua e estimula o foco em resultados e no retorno de investimentos.

MAFonte: Noticias Dino

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