Especialista ensina formas naturais de combater as dores nas costas

O ano de 2017 foi destacado pela dorsalgia (nome técnico para dor nas costas), esse foi a doença que mais afastou os brasileiros dos postos de trabalho.

Nos últimos 10 anos, foram 83,8 mil casos. A enfermidade tem liderado a lista de doenças mais frequentes entre os auxílios-doença concedidos pelo INSS.

Entre os tipos de dores nas costas, a dor lombar é a que ganha destaque. Ela é caracterizada pela dor às vezes aguda na parte inferior das costas, e pode irradiar para os pés ou pescoço, afetaria quase 540 milhões de pessoas, ou 11% da população mundial.

Em todo mundo são gastos bilhões de reais em analgésicos, injeções e cirurgias, gastos esses que poderiam ser evitados com uma alimentação correta e hábitos saudáveis, como postura correta, alongamentos e etc.

Segundo a especialista o problema é que a grande maioria dos pacientes afetados, independentemente do seu país de origem, não receberia tratamento adequado. Exames desnecessários aumentados (radiologias em excesso), ressonâncias magnéticas desnecessárias, prescrições para analgésicos em altas doses, cirurgias locais ineficientes e injeções na grande maioria dos casos, e a recomendação do repouso encorajado.

Fora isso muitos pacientes veem a cirurgia como uma espécie de varinha mágica. É muito provável que a dor persista apesar da operação se os hábitos não forem mudados.

A cirurgia de coluna – que consiste principalmente em suprimir a pressão sobre os nervos espinhais ou parar a mobilidade excessiva entre duas vértebras – é útil em certas situações, por exemplo, nos casos de ciática que não evoluem bem, mas os resultados são extremamente decepcionantes quando se trata de dor lombar.

Vários estudos mostraram que apenas 40% das operações foram eficazes em caso de problemas nas costas.
Estima-se que 80% das pessoas terão pelo menos um episódio de dor lombar durante a vida. Quais são os fatores de risco?

Ainda há muito pouca compreensão dos mecanismos subjacentes à lombalgia, pois, apesar da prevalência desse tipo de condição na população, pouco financiamento é destinado à pesquisa.

Um estilo de vida sedentário é, sem dúvida, um fator de risco, assim como o tabaco e a obesidade. A maioria dos episódios agudos, no entanto, ocorre sem um gatilho, ou no curso de um movimento usual, provavelmente realizado com menos atenção.

O que a nutricionista autora do livro “adeus dor nas costas” recomenda que em casos de dor persistente a melhor coisa a fazer em caso de problemas nas costas é ficar, tanto quanto possível, em atividade, incluindo profissional, pode ser adaptado até a melhora.

O círculo profissional ou familiar frequentemente pensa em agir no bem do paciente, descansando-o até que ele seja curado. Mas esta medida é, de fato, um freio para uma recuperação rápida, exigindo recuperação imperativa dos músculos, ligamentos e articulações das costas.

Uma boa alimentação e hábitos saudáveis são sem dúvida a chave para superar problemas de coluna e dores nas costas.

MAFonte: Noticias Dino

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