Candidatos de última hora, o que fazer de marketing digital?

Este conteúdo é quase uma resposta direta a centenas de candidatos de última hora.

A impressão que se tem é que eles só acreditam serem candidatos quando passam as prévias partidárias, embora o trabalho real deveria começar ao menos um ano antes.

Aos que querem ser deputados, é delicado dizer mas, não é possível economizar em tudo. Não dá pra contar com o fundo partidário na última hora, bem porque os velhos “movimentos estranhos” no congresso já apontam o uso do fundo partidário pelos que já exercem mandato.

Aos que se acham competentes mas, não tem orçamento para fazer campanha, a sugestão é a de não aventurar-se. Ou seja, é um texto voltado para a maioria dos candidatos a deputados estaduais e federais em 2018.

Vamos lá. Esperamos que isto ajude. Porque nada está escrito sobre pedra e nem definido apenas com teorias.

REDES SOCIAIS PARA CANDIDATOS DE ÚLTIMA HORA

Redes sociais não são a tábua da salvação das candidaturas. Seja o que for que suas equipes ou vocês mesmos forem fazer, se não houver planejamento, direcionamento e impulsionamentos, não há resultado.

A única salvação é conteúdo bem feito e impulsionado via redes sociais e bem tratado para que seja ranqueado pelo Google.

Nem o melhor dos especialistas sabe dizer qual vai ser o comportamento dos eleitores diante da simples propaganda política nas redes. A nossa visão é intuir, por prática e experiência, que o conteúdo meramente político só será bem recebido perante o público que milita na política, ou seja, poucos.

A nossa recomendação sempre foi que produzissem bom conteúdo ao longo do tempo. Entenda bom conteúdo, aquele que propõe, que indaga sobre os problemas e soluções, que mostra caminhos e não os que meramente fazem demagogia e auto promoção.

COMO FUNCIONA UM BOM TRABALHO DE REDES SOCIAIS NA POLÍTICA?

Gerenciar as redes sociais dentro da lei usando técnicas de targeting, geolocalização o mais precisa e estudada quanto possível.
Peças bem feitas. Textos bem tratados, sem erros de português, claros e concisos.

O ideal ainda é contratar: Conteúdo + Site + gerenciamentos.
O conteúdo pelos motivos que explanamos acima.
Ter um bom site por conta da alta demanda de pessoas que buscarão informações dos candidatos no Google.

O buscador ainda é uma peça-chave capaz de conduzir muitos votos e o site com o nome e um bom conteúdo sobre o candidato é uma carta na manga indispensável, tanto para quem quer se eleger, quanto para os que pensam em criar aderência do nome para uma próxima candidatura.
O tempo e frequência de postagens são as armas da internet.

E SE O ORÇAMENTO DA CAMPANHA ESTIVER MUITO CURTO MESMO?

Se o orçamento estiver curtíssimo, não pense duas vezes , busque contratar um bom “Treinamento para equipes de campanha”

ABUSANDO DA SINCERIDADE
Como top 1 nas buscas por Marketing Político Digital a Agência Trampo já enviou centenas de propostas para as eleições de 2018 e há poucos candidatos contratando profissionais, o que já é um erro por si só.

Estão absurdamente atrasados no planejamento de ações digitais. Ou seja, há um campo aberto e incerto no digital e que precisa ser aproveitado.

Muita gente vai quebrar a cara fazendo errado, improvisando para economizar. Isso significa perder para os que fizerem a estratégia correta.

A maioria dos candidatos a deputado em 2018 não sabe quanto custa ser eleito, sobretudo os marinheiros de primeira viagem. Irão perder para os que sabem muito bem.

Alguns perfis tem ampla aceitação do eleitorado, mas isso precisa ser bem comunicado. Ninguém vai adivinhar que o candidato é bom e conceder o voto facilmente, irão pesquisar um pouco e este pouco, fará muita diferença.

Como já dissemos, o smartphone é a nova TV, se trabalhar direito, terão uma aderência tão poderosa quanto a que a TV garante.

É preciso deixar a utopia um pouco de lado e ser um tanto práticos na hora de planejar uma boa campanha.

Ninguém se elege contando apenas com o fato de um nome já conhecido do público, é preciso se posicionar.

Ninguém se elege postando santinhos na internet. Esta eleição será marcada como aquele em que o simples “Vote em mim” será desligado definitivamente das formas de se fazer campanha.

Não é hora de mostrar despreparo e desconsideração com a inteligência do eleitorado, as pessoas estão buscando líderes éticos.

Resumindo, as pessoas estão buscando renovação, boas propostas e um histórico íntegro de cada candidato. Este perfil precisa ser comunicado de maneira bem segmentada. Só assim a conversão em votos terá o efeito almejado.

MA Fonte: Noticias.Dino

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