Aprender com os erros: uma estratégia para diminuir a falência dos pequenos negócios

Segundo pesquisas, uma em cada quatro startups fecha com menos de um ano de funcionamento e outras 50% param de funcionar depois de menos de quatro anos.

Estes dados levantam a importância de identificar e compartilhar mais informações sobre essa jornada empreendedora, com o objetivos de evitar que novos empreendedores cometam as mesmas falhas.

Enquanto no Vale do Silício o pensamento é de que “só erra quem ousa fazer e só tem sucesso quem faz”, no Brasil, segundo Gabriel Cherbante, o povo brasileiro é “um povo que premia os vencedores, mas que tem pavor do fracasso.”.

Para reverter essa situação, a Gama Academy realizou um estudo chamado “O Cemitério das Startups” para identificar as principais causas de “morte das Startups”.

O objetivo era compartilhar com outros empreendedores a história de 46 startups que não foram para frente, apresentando quais foram as principais dificuldades, desafios e erros cometidos.

Foi um jeito de tornar o “erro” uma forma de aprendizado e ensinamento para que outros empreendedores possam se antecipar e evitar as mesmas falhas.Nesse estudo, são apresentados, além do nome da startup, descrição, cidade, motivo pelo qual faliu e investimento recebido. O estudo identificou, também, os padrões mais comuns que a levaram ao fracasso.

A pesquisa identificou os cinco motivos responsáveis pelo fracasso de uma startup:

Ideia: solução idealizada (mas que, na verdade, não resolve um problema ou não corresponde a uma demanda significativa);
Time: sócios (escolha equivocada dos sócios ou falta de conhecimento em gestão);
Modelo de Negócio (não ter, ou não seguir, um plano de negócio);
Capital/Investimento (falta de capital ou dificuldade na gestão do dinheiro);
Time: Lançamento muito cedo ou muito tarde.
“Seguindo esses critérios, o motivo principal do fracasso das startups pesquisadas está no time. Por serem empresas iniciantes e com poucos recursos, muitas vezes, os contratados são profissionais que não possuem experiência necessária para ajudar a startup a crescer.” (Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy).

Para ajudar os empreendedores a identificarem as competências que precisam desenvolver para ter sucesso em suas empresas ou, até mesmo, quais as competências complementares que devem ser identificadas na busca de um sócio.

Interessante destacar que, para a realização da pesquisa Cemitério das Startups, foram contatados mais de 80 empreendedores, mas apenas 46 aceitaram compartilhar seus casos de fracasso.

Esse é um sinal de que precisamos mudar nossa forma de pensar e fomentar o compartilhamento de histórias de fracasso.

O insucesso de uns pode servir de aprendizado para outros empreendedores e, até mesmo, contribuir para a redução da mortalidade de novas empresas.

Apenas ao identificar quais são os padrões de fracasso que se repetem nas starputs que quebram, conseguiremos orientar novos empreendedores para que não recorram ao mesmo erro e, assim, fortalecer o ecossistema do empreendedorismo em nosso país.

MA Fonte: Noticias.Dino

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