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{dybanners}1,1,,MeioWeb Links Patrocinados{/dybanners} Fonte: Tribuna de Petrópolis Estudo realizado na Dinamarca comprovou que a intoxicação alimentar tem manifestações no organismo até um ano após o contágio. Os poucos registros da doença dificultam a divulgação dos dados. A manutenção da inocuidade dos alimentos não é tarefa fácil para os órgãos de Vigilância Sanitária. Logo, a incidência de surtos de doenças de origem alimentar é grande e acontece em todo o mundo. Controlar este tipo de intoxicação causada por alimentos em todo o âmbito comercial e também levando em consideração as preparações feitas em casa é quase impossível. Práticas de higiene ,conservação dos alimentos e cuidados com a manipulação são essenciais à garantia da segurança do que se consome. Tendo em vista vários agravantes e um número considerável de surtos de intoxicações, um estudo foi realizado na Dinamarca. O objetivo principal era determinar o excesso de mortalidade provocada por quatro bactérias, Salmonella,Campylobacter,Yersinia e Shigella. O resultado da análise do histórico médico de 48.857 pessoas com infecção gastrointestinal e 487 138 pessoas da população geral,constataram que 1071 (2,2%) com infecção gastrointestinal, morreram depois de um ano da intoxicação, comparado com 0,7% de um grupo de controle. Pesquisadores afirmam que o número de mortes causados por alimentos contaminados pode ser ainda maior do que se estima atualmente. Os pesquisadores concluíram que o aumento do risco de morte estão associados à infecções com bactérias mesmo que muitos diagnósticos atribuam a causa a outras doenças. Segundo o trabalho publicado no British Medical Journal, o risco de morte é três vezes maior entre pacientes infectados por um dos quatro patógenos. Dentre os casos analisados entre 48. 857 pacientes que tiveram infecção gastrointestinal, 26.974 (55,2%) foram intoxicados pela bactéria Salmonella, a mais incidente. A ligação entre a intoxicação alimentar e o crescimento da mortalidade é uma realidade preocupante principalmente em países industrializados conforme verificou o estudo, quando se fala no grande impacto na saúde pública e na economia. Como se não bastasse todos os agravantes , a crescente dificuldade de se fazer as refeições fora de casa principalmente nas grandes cidades, aumentou o potencial de um importante canal de negócios da indústria alimentícia, o Food Service. Este segmento que movimentou 58,2 bilhões no Brasil em 2008 , com uma evolução de 15,8%, conforme ressaltou o presidente da ABIA,Edmundo Klotz, no último Congresso Internacional de Food Service, é um dos principais focos de contágio. Estes dados que são uma ótima notícia para a indústria alimentícia, não repercute tão bem para as Vigilâncias Sanitárias . A manutenção da qualidade da alimentação fora de casa é sempre pauta para estes órgãos e uma preocupação vigente aos que estão conscientizados sobre esta questão. A preocupação com os alimentos está crescendo, e ganhou o título de “caos” na saúde pública quando referimos a diagnóstico e controle. Práticas simples de higiene podem contribuir de maneira significativa para o aumento da qualidade de vida e segurança alimentar e consequentemente auxiliar na diminuição da incidência deste problema. Leia mais em: Tribuna de Petrópolis
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