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Embora faça parte do calendário nacional de vacinação infantil há 11 anos, a imunização contra a hepatite B não atinge a cobertura desejada e, nesse mesmo período, o Ministério da Saúde constatou um aumento do número de diagnósticos. Fonte: Tribuna de Petrópolis
Por isso, ontem (19), quando se comemorou o Dia Mundial de Luta conta as Hepatites Virais, governos de 11 estados brasileiros iniciaram uma campanha permanente para incentivar a vacinação contra a doença. Os jovens na faixa etária de 10 a 19 anos são o público alvo e no Rio de Janeiro, um dos 11 estados mobilizados para combater a hepatite B, a estimativa é de que pelo menos 300 mil jovens precisam ser imunizados. “A vacina, na verdade, deve ser aplicada até os primeiros seis meses de vida, em três doses: a primeira após 12 horas de nascido; a segunda após 30 dias e a terceira quando a criança estiver com 180 dias de vida. No entanto, diante do aumento de diagnósticos da hetapite B em adultos, decidimos promover a vacinação entre os jovens de 10 a 19 anos, quando o contágio é maior”, disse Clarissa Galalevici, coordenadora da Gerência de Hepatites Virais da Secretaria de Saúde e Defesa Civil do estado do Rio de Janeiro. A médica explicou ainda que a hepatite B é uma doença silenciosa que ataca o fígado, ou seja, o portador não tem sintomas. O vírus é transmitido por contato direto com a saliva, sangue, sêmem, secreções vaginais e leite materno. “O desafio é evitar a contaminação entre os jovens que estão iniciando a vida sexual, que usam a mesma agulha para tatuagens ou para a colocação de piercing, pois, depois de contaminados, se não houver um diagnóstico rápido, a doença evolui para a cirrose ou câncer de fígado”, esclareceu. Leia mais em: Tribuna de Petrópolis
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