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Estado do Rio
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Ter, 09 de Fevereiro de 2010 10:39 |
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Acompanhando o mesmo ritmo de geração de empregos do país em 2009, a economia fluminense registrou a criação de 88.875 empregos formais no ano. Fonte: Diário do Vale
Acompanhando o mesmo ritmo de geração de empregos do país em 2009, com 995 mil postos de trabalho formal, a economia fluminense registrou a criação de 88.875 empregos formais no ano. Apesar da criação de apenas 15.167 postos de trabalho no primeiro semestre, devido à forte crise econômica mundial, o estado apresentou aquecimento da demanda interna no segundo semestre e retomou os patamares de geração do pré-crise, criando 73.708 empregos, número 4,8 vezes maior do que o semestre anterior. Os dados são da Nota Técnica "Evolução do Mercado Formal de Trabalho Fluminense em 2009", produzida pelo Sistema FIRJAN, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. O setor de Serviços foi o principal contratante no ano, com 54.591 postos de trabalho celetistas, o que corresponde a mais de 60% das oportunidades de trabalho criadas em 2009. Já o Comércio, único a contratar fortemente em dezembro, ultrapassou a marca da Construção Civil (11.071) e se tornou o segundo maior empregador, com 16.361 vagas. A Indústria Geral do estado criou 7.033 empregos. Na análise regional, o resultado das movimentações do mercado de trabalho foi positivo em sete das oito regiões fluminenses. Apenas o Norte Fluminense ficou com saldo negativo no acumulado de 2009 devido a dispensas na Construção Civil.
Na Indústria de Transformação, os segmentos de Produtos Alimentícios, Bebidas e Álcool Etílico apresentaram saldo de 3.996 postos formais de trabalho. O setor Têxtil e do Vestuário registrou 2.155 postos e o segmento de Química de Produtos Farmacêuticos, Veterinária e Perfumaria teve saldo de 1.771. A Nota Técnica da Federação das Indústrias destaca, ainda, a Indústria Metalúrgica que, apesar de encerrar negativa (- 936) após um semestre inteiro de forte encolhimento dos postos de trabalho, apresentou significativa mudança de tendência no segundo semestre, voltando a contratar e revelando reaquecimento das atividades do setor. Para a Federação das Indústrias, a expansão da oferta de postos de trabalho com carteira assinada no segundo semestre, impulsionada pela demanda interna aquecida, delineia perspectivas positivas para 2010, quando as expectativas apontam para a criação de dois milhões de empregos em todo o Brasil, considerando as variações sazonais de desaceleração no primeiro trimestre.
Comércio no estado registra segundo melhor desempenho em oito anos
O fim da crise econômica, ainda no primeiro semestre do ano passo, continua vindo acompanhada de bons resultados: o faturamento do comércio de bens, serviços e turismo no estado do Rio de Janeiro apurou alta de 1,7% no acumulado de 2009 frente ao exercício de 2008, quando o avanço havia sido de 1,3%. O resultado foi o segundo melhor da série histórica, iniciada em 2002 e aferida pela Pesquisa Mensal do Comércio, realizada pela Fecomércio-RJ. - O ano de 2007 foi o último antes da crise. Houve uma forte geração de postos de trabalho, avanço na renda dos trabalhadores e expansão do crédito, que propiciaram um crescimento significativo do comércio. Para um ano de recuperação da economia, em que o setor exerceu um papel importante como amortecedor dos efeitos da crise, o resultado veio conforme prevíamos - afirma o presidente da Fecomércio-RJ, Orlando Diniz.
Em dezembro a receita do comércio do estado do Rio cresceu 5 % contra o mesmo período de 2008, o melhor desde dezembro de 2004, e completou uma série ininterrupta de oito meses de ascensão na comparação interanual. Os cinco grupos pesquisados apuraram alta frente ao último mês de 2008: Combustíveis e Lubrificantes (7,1%), Bens Não Duráveis (6,1%), Semiduráveis (5,2%), Comércio Automotivo (3,7%) e Bens Duráveis (3,0%). O resultado se deve à retomada da atividade econômica, especialmente no segundo semestre de 2009. - Com o retorno da confiança do consumidor, a normalização do mercado de crédito e os benefícios fiscais concedidos pelo governo com relação ao IPI, o comércio fluminense refletiu, no período, essa conjuntura favorável para a economia - conclui Diniz. Leia mais em: Diário do Vale
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