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Bancos voltam a funcionar normalmente a partir de hoje PDF Imprimir E-mail
Notícias - Economia

Somente funcionários da Caixa Econômica Federal
ainda estão parados, mas farão assembléia hoje para
decidir movimento

Fonte: Diário do Vale

Gabriel Borges
Decisão: Bancários da região votam em assembléia
pelo fim da greve

Sul Fluminense

Os bancários da região decidiram, em assembléia realizada ontem pelo sindicato da categoria, encerrar a greve começada há duas semanas. As agências dos bancos privados e do Banco do Brasil já voltam a funcionar normalmente a partir de hoje. Já a Caixa Econômica Federal continua parada, pelo menos até o fim do dia, quando os empregados do banco estatal se reúnem para avaliar os resultados de uma nova rodada de negociação, que deve tratar, entre outras coisas, da questão da compensação pelos dias parados.
Os trabalhadores dos bancos privados vão voltar ao trabalho com um reajuste salarial de 10%, para quem ganha até R$ 2.500 por mês e de 8,15% para quem ganha acima desse valor. A PLR será de 90% do salário mais uma parcela fixa de R$ 966, respeitado o limite máximo de R$ 6.301.
Os empregados do Banco do Brasil terão reajuste de 10%, independente do salário, e valores diferenciados de PLR, de acordo com o cargo: R$ 3.014,47 para os escriturários, R$ 3.286,15 para os caixas, e R$ 3.474,01 para os Asnegs. Os demais cargos comissionados receberão R$ 2.388,47 mais 45% do valor de referência.
O presidente do Sindicato dos Bancários do Sul Fluminense, Cláudio Barbosa, disse que o movimento foi positivo para os trabalhadores: “Conseguimos uma melhora significativa nas propostas dos bancos. Foi uma conquista para a categoria”, avaliou.
O ponto negativo, segundo ele, foi o fato de alguns bancos privados terem se valido de liminares concedidas pela Justiça – que limitavam o acesso dos ativistas às agências – para, segundo ele, “constranger” os bancários a trabalharem: “Um banco privado de Barra Mansa mandou uma advogada para a rua para forçar os trabalhadores a entrarem nas agências, enquanto uma agência de outro banco privado em Volta Redonda chegou a se valer da polícia com o mesmo objetivo”, afirmou.

Greve atrasa liberação das verbas do PAC

A greve dos empregados da Caixa Econômica Federal já trouxe uma conseqüência negativa para as prefeituras da região: todos os projetos relacionados ao PAC estão parados desde o início do movimento, segundo uma fonte ligada ao sindicato dos bancários, que pediu para não ser identificada.
- Só dez por cento do valor dos projetos apresentados já haviam sido aprovados antes da greve. Mais nada. E nada sai do governo federal sem aprovação dos engenheiros da Caixa – disse a fonte.

Bancários e CUT discordam sobre estatização de bancos em apuros

São Paulo


Representantes dos bancários e de algumas centrais sindicais criticaram o governo brasileiro por adotar medidas que autorizam os bancos públicos a “estatizarem” instituições privadas sem fazer licitações, como prevê a Medida Provisória 443.
O governo age, segundo dizem, de maneira semelhante à que criticou quando os Estados Unidos decidiram proteger seu sistema financeiro. A CUT, entretanto, avalia que a intervenção do Estado é correta em “atividades estratégicas e de interesse à soberania nacional”.
“O que acho impressionante é a determinação do governo em proteger os interesses do sistema financeiro. O governo tem de se preocupar com a crise, é claro, mas tem de atender os interesses dos trabalhadores, da população e do setor produtivo”, diz Vagner Freitas, presidente da Contraf-CUT, confederação que representa os bancários no país.
Para ele, a MP deveria ter sido “no mínimo” debatida com representantes de toda a sociedade.
Artur Henrique da Silva Santos, presidente da CUT, avalia que, com a medida, o governo deu aos bancos públicos a chance de disputar “em igualdade de condições” a aquisição de outras instituições financeiras. “A crise atual deve ser combatida antes que o contágio sobre a economia real se consolide. Portanto, a intervenção do Estado é necessária.”
A central também ressalta que “qualquer socorro que vier a ser dado ao sistema financeiro deve ter cláusulas que garantam e ampliem o nível de emprego e salário nas instituições adquiridas”.
Para a CUT, “os bancos públicos não podem simplesmente substituir instituições privadas, e sim ter como função primordial a indução do desenvolvimento sustentável”. O presidente da central também acredita que a medida provisória irá pressionar os bancos privados a ampliarem a quantidade de recursos destinados ao crédito. “Se os bancos privados estavam segurando recursos [do depósito compulsório] para adquirirem ações de bancos menores, agora terão de enfrentar a concorrência no setor público nessas aquisições. O governo, ao editar essa MP, mandou um recado simbólico ao mercado.”

Leia mais: Diário do Vale

 
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