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Advogados vão pedir habeas corpus hoje No habeas corpus, advogados também vão pedir o relaxamento da prisão da madrasta de Isabella, Anna Carolina Fonte: Diário do Vale
São Paulo Os advogados de Alexandre Nardoni, pai da menina Isabella Oliveira Nardoni morta no dia 29 de março, confirmaram ontem que vão entrar com pedido de habeas corpus para revogar a prisão de seu cliente. Alexandre está preso preventivamente desde a última quinta-feira no 77º DP (Santa Cecília). No habeas corpus, os advogados também vão pedir o relaxamento da prisão da madrasta de Isabella, Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, que está na carceragem do 89º DP (Portal Morumbi). Segundo os advogados, o casal não tem antecedentes criminais, tem endereço fixo e não atrapalha as investigações. Os advogados estiveram no 77º DP na tarde de ontem e conversaram com Alexandre por cerca de uma hora. Na saída, os advogados não deram entrevistas. Apenas confirmaram que vão entrar com o habeas corpus hoje. Prisão A prisão contra Nardoni e Jatobá foi decretada na última quarta-feira pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara do Júri, que também decretou sigilo no inquérito policial. O prazo estabelecido para a prisão temporária - 30 dias - pode ser prorrogado pelo mesmo período. Segundo o promotor José Taddei Cembranelli, que acompanha as investigações, o casal foi preso para que as investigações não fossem prejudicadas. Nardoni e Jatobá afirmam que são inocentes. Crime Isabella foi encontrada com parada cardiorrespiratória no jardim do prédio onde mora o pai, na região do Carandiru, zona norte da cidade, na noite do dia 29 de março. Segundo Nardoni, ela teria sido jogada do sexto andar do edifício. A menina morava com a mãe, mas visitava o pai a cada 15 dias. Na versão apresentada à Polícia Civil, o pai de Isabella afirmou ter chegado de carro ao edifício onde mora, com os três filhos dormindo. Ele disse ter levado Isabella para o apartamento e retornado à garagem para ajudar a mulher com os outros dois filhos. Quando voltou ao imóvel, Nardoni teria encontrado a luz acesa e percebido que a menina havia desaparecido. Ele teria, então, visto um buraco na tela de proteção da janela do quarto ao lado e Isabella deitada no jardim. Os bombeiros tentaram reanimar a menina por 34 minutos, mas não conseguiram. Fonte: Diário do Vale
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